| O que é que as pernambucanas têm? |
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Carbo Gás, Provider, Gratícia, Kronorte Implementos Rodoviários, Estaf Equipamentos e JBR Engenharia. O que elas têm de diferente? A Carbo Gás, inclusive, ocupa a sétima colocação no ranking elaborado pela Deloitte e revista Exame. Registrou um crescimento espetacular, superior a 400%, entre os anos de 2006 e 2008. Saiu de uma receita líquida de R$ 3,1 milhões para R$ 17 milhões. "São empresas que nascerampequenas, em nichos específicos do mercado, e em pouco tempo tornaram-se competitivas brigando com gente grande. Elas têm tudo para continuar crescendo", avalia o diretor de finanças corporativas da Deloitte, Carlos Rebelatto. Ele afirma que a pesquisa As 200 MPEs que mais crescem no Brasil funciona como uma grande vitrine e que existem muitos investidores de olho nos protagonistas do ranking. De um modo geral, as 357 empresas retratadas no levantamento apontaram como principal fator de crescimento a qualidade - tanto em termos de oferta de produtos e serviços quanto em termos de atendimento ao cliente. Outros fatores determinantes seriam a oferta diversificada de produtos/serviços e preços competitivos. E ainda tecnologia de ponta e design diferenciado, que podem ser traduzidos numa única palavra: inovação. "São dois os pilares fundamentais para garantir que as empresas cresçam de forma saudável e com alta rentabilidade: foco no mercado e inovação. E inovação não significa apenas produzir alta tecnologia. Aempresa pode inovar em gestão, em processos. Inovação é a palavra-chave no Brasil e no mundo. Sem ela, ninguém consegue ser competitivo", destaca o superintendente do Sebrae-PE, Nilo Simões. A reportagem do Diario foi atrás. Entrevistou os principais executivos das seis eleitas em Pernambuco para tentar descobrir o segredo desse crescimento. Afinal, são seis histórias de sucesso não apenas de empresas, mas sobretudo de pessoas que fazem a diferença. Evidentemente, são muitos os desafios. As pesquisadas apontam como principais barreiras à boa performance dos negócios itens como falta de planejamento, indefinição quanto a estratégias, objetivos e metas, gestão inadequada de talentos e falta de conhecimento da concorrência e dos mercados. Batemos tudo no liquidificador e, o resultado, você confere nessas duas páginas. Fonte: Diario de Pernambuco, Economia, 22.11.2009 |
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